Manu vai estar um pouco receosa de encontrar sua mãe, 18 anos depois de seu sumiço. Mas, ela sabe que não tem escolha e por isso, decidirá ir atrás da mulher que é julgada por destruir a vida de muitas vidas.

A jovem finalmente tomará coragem e sairá para encontrar Luzia.

Tudo começará com Zefa: “Manuela, filha, espere um pouco! ”, pedirá ela. O que é, Zefa?! Não adianta que eu não volto pra…”. “Onde você tá indo desse jeito, Manu? ”, perguntará a doméstica.

“Vou atrás de minha mãe. Ah, Zefa, eu pensei muito, e decidi que preciso ver o que ela tem pra me dizer, sabe? ”. “Sei. Mas assim, estremunhada do jeito que você tá? Não é melhor ficar mais calma antes de sair? ”, aconselhará Zefa.

“Você acha que ela pode me magoar mais do que já fez? ”, perguntará ela. “Eu não acredito que ela tenha voltado pra fazer qualquer tipo de ruindade com vocês, não… Ela só tá querendo matar as saudades que sente das crianças dela, é isso o que eu penso”, dirá Zefa, emocionada.

Será neste instante que Manu começará a chorar muito. “Ah Zefa, eu queria tanto ter uma família de verdade, sacou, essa certeza de amor que todo mundo tem/não isso daí, eu não quero ser parte disso…”,lamentará a filha de Luzia.

“Não vai ser assim, minha menina, deita aqui um pouquinho pra descansar essa sua cabecinha”, aconselhará a empregada.

Depois, Manu decidirá explicará tudo a Zefa: “Não, eu preciso sair daqui o quanto antes e ir atrás de minha mãe, antes que eu perca a coragem que tô sentindo”.

“Então, leve Nossa Senhora, a mãe amorosa de todos nós, ela vai lhe proteger. Você tá certa, vá, sim, se eu tivesse ouvido meu coração tinha procurado por meu Roberval esses anos todos que ele esteve longe de mim… talvez ele não me odiasse tanto assim”, explicará ela.

“Brigada, Zefinha”, agradecerá Manu. “Vai com Deus, minha menina! ”, concluirá a protetora.

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